O treino final do Bahia aconteceu na tarde desta quarta (4), no CT Evaristo de Macedo, e não teve nenhuma frase de efeito. Teve rotina, detalhe e bola parada. Horas depois, a delegação embarcou para Belo Horizonte, onde o time encara o Cruzeiro, nesta quinta (5), às 21h30, no Mineirão.
O que o treino final do Bahia mostrou no CT
A sessão seguiu uma ordem clara. Primeiro veio o trabalho físico, conduzido pelo preparador José Mário Campeiz. Em seguida, o grupo fez um exercício técnico de posse de bola em espaço reduzido. Depois, a comissão de Rogério Ceni passou para o trabalho tático, segundo o Bahia Notícias.
Por isso, o recado do dia ficou na própria ordem das atividades. Primeiro o ritmo, depois a bola no pé, por fim o desenho da equipe. Ou seja, nada de improviso a menos de 30 horas de uma partida grande.

A bola parada entra na conta
O fecho da atividade merece atenção. Para parte do grupo, o Bahia trabalhou bola parada e finalizações. Em jogo de G-4, um escanteio bem cobrado pode valer mais do que dez minutos de posse. Afinal, duelos diretos costumam ser decididos em detalhes.
Essa é uma leitura, não um fato. O que está confirmado é o treino, e não a intenção exata de Ceni. Mesmo assim, a escolha de fechar a preparação com lances de bola parada sugere que a comissão enxerga ali uma chance real.
O vídeo de terça e o treino final do Bahia
A véspera da viagem começou um dia antes. Na terça (3), a comissão exibiu um vídeo de análise e fez ajustes táticos, de acordo com o site ecbahia.com. Portanto, a semana teve dois movimentos: primeiro o estudo do adversário, depois a repetição em campo.
Com o treino final do Bahia concluído, a delegação seguiu para Belo Horizonte na tarde de quarta. A partida vale pela 34ª rodada do Brasileirão.
Léo Vieira e o que falta saber
Até aqui, o único nome citado no departamento médico é o goleiro Léo Vieira, que seguia em tratamento. Por outro lado, a relação dos jogadores que viajaram e a escalação só aparecem mais perto do jogo. Enquanto isso, vale esperar antes de cravar qualquer time.
No fim, a mensagem é simples. O Bahia chega a Minas com a lição feita, e agora depende de execução. Treino não ganha jogo, mas ajuda a evitar surpresa, e contra o Cruzeiro, no Mineirão, surpresa custa caro.
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