Esporte

Flamengo vence Grêmio: Maracanã visto de fora

Dois gols de Pedro: Flamengo abre seis pontos sobre o Palmeiras

Dois gols de Pedro bastaram para o Maracanã fazer festa na noite desta quarta-feira (4). O Flamengo venceu o Grêmio por 3 a 1, pela 34ª rodada, e chegou aos 76 pontos. Com isso, abriu seis de vantagem sobre o Palmeiras na liderança do Brasileirão.

Maracanã, palco dos dois gols de Pedro na vitória do Flamengo sobre o Grêmio
Foto: Arne Müseler / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0 de)

Dois gols de Pedro e um placar sem sustos

A partida teve o roteiro que a torcida rubro-negra queria. Samuel Lino abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo. Em seguida, Pedro apareceu duas vezes e levou a conta a 3 a 0.

Por isso, o time carioca administrou o resultado com tranquilidade. Mesmo assim, o Grêmio descontou com Amuzu, já na etapa final. O gol gaúcho serviu apenas para maquiar o placar.

Os números da noite no Maracanã

  • Flamengo 3 x 1 Grêmio, na quarta (4), no Maracanã;
  • Gols: Samuel Lino e Pedro (duas vezes) para o Flamengo; Amuzu para o Grêmio;
  • Flamengo com 76 pontos e seis de folga para o Palmeiras.

Além disso, a rodada teve outra virada de destaque. O Vasco saiu atrás em Curitiba, mas venceu o Athletico-PR por 3 a 1, com um gol contra e tentos de Bruno Duarte e Gabriel Pereira.

O que os dois gols de Pedro dizem sobre a ponta

O atacante também entrou na conversa da artilharia. Reportagens do Lance destacam que ele encostou na briga pela artilharia. Porém, as fontes divergem sobre o total exato de gols e sobre quem lidera, e por isso não cravamos esse número aqui.

O resultado, por sua vez, está confirmado por vários veículos, como o Metrópoles. Afinal, seis pontos de folga a poucas rodadas do fim pesam muito.

Hoje o Palmeiras responde

A resposta vem logo. Nesta quinta-feira (5), o Palmeiras recebe o Remo, às 19h30. Enquanto isso, o Bahia encara o Cruzeiro, às 21h30, em Belo Horizonte, e fecha a noite com o torcedor baiano de olho no relógio.

Minha leitura é simples: quem tem Pedro inspirado e vantagem no bolso joga com a pressão a favor. Resta ao Palmeiras vencer e esperar tropeço. A conta ficou mais difícil, mas o campeonato ainda não acabou.

Quer acompanhar mais da bola de Feira, da Bahia e do Brasil? Veja a editoria de esportes do Feira Diferente.

Treino do Bahia antes do Cruzeiro: Rogério Ceni, hoje técnico tricolor, em foto de 2006

Treino final do Bahia: bola parada e viagem a Belo Horizonte

O treino final do Bahia aconteceu na tarde desta quarta (4), no CT Evaristo de Macedo, e não teve nenhuma frase de efeito. Teve rotina, detalhe e bola parada. Horas depois, a delegação embarcou para Belo Horizonte, onde o time encara o Cruzeiro, nesta quinta (5), às 21h30, no Mineirão.

O que o treino final do Bahia mostrou no CT

A sessão seguiu uma ordem clara. Primeiro veio o trabalho físico, conduzido pelo preparador José Mário Campeiz. Em seguida, o grupo fez um exercício técnico de posse de bola em espaço reduzido. Depois, a comissão de Rogério Ceni passou para o trabalho tático, segundo o Bahia Notícias.

Por isso, o recado do dia ficou na própria ordem das atividades. Primeiro o ritmo, depois a bola no pé, por fim o desenho da equipe. Ou seja, nada de improviso a menos de 30 horas de uma partida grande.

Treino final do Bahia antes do Cruzeiro: Rogério Ceni, hoje técnico tricolor, em foto de 2006
Rogério Ceni em 2006, quando era goleiro do São Paulo. Foto: Agência Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 3.0 BR)

A bola parada entra na conta

O fecho da atividade merece atenção. Para parte do grupo, o Bahia trabalhou bola parada e finalizações. Em jogo de G-4, um escanteio bem cobrado pode valer mais do que dez minutos de posse. Afinal, duelos diretos costumam ser decididos em detalhes.

Essa é uma leitura, não um fato. O que está confirmado é o treino, e não a intenção exata de Ceni. Mesmo assim, a escolha de fechar a preparação com lances de bola parada sugere que a comissão enxerga ali uma chance real.

O vídeo de terça e o treino final do Bahia

A véspera da viagem começou um dia antes. Na terça (3), a comissão exibiu um vídeo de análise e fez ajustes táticos, de acordo com o site ecbahia.com. Portanto, a semana teve dois movimentos: primeiro o estudo do adversário, depois a repetição em campo.

Com o treino final do Bahia concluído, a delegação seguiu para Belo Horizonte na tarde de quarta. A partida vale pela 34ª rodada do Brasileirão.

Léo Vieira e o que falta saber

Até aqui, o único nome citado no departamento médico é o goleiro Léo Vieira, que seguia em tratamento. Por outro lado, a relação dos jogadores que viajaram e a escalação só aparecem mais perto do jogo. Enquanto isso, vale esperar antes de cravar qualquer time.

No fim, a mensagem é simples. O Bahia chega a Minas com a lição feita, e agora depende de execução. Treino não ganha jogo, mas ajuda a evitar surpresa, e contra o Cruzeiro, no Mineirão, surpresa custa caro.

Quer acompanhar mais? Veja todas as notícias na editoria de esportes do Feira Diferente.

Vitória no Barradão: elenco prepara a volta de Marinho, Luan Cândido e Jamerson

Retornos no Vitória: três voltam e Brítez é baixa

Os retornos no Vitória chegam na hora em que o time mais precisa. O Leão recebe o Fluminense na sexta-feira (6), às 20h, no Barradão, e vai poder contar com três nomes que ficaram fora da derrota por 2 a 0 para o Coritiba.

A informação é do Bahia Notícias. Além disso, outros veículos baianos confirmam a lista: Marinho, Luan Cândido e Jamerson estão liberados.

Retornos no Vitória: vista do Barradão, onde o time recebe o Fluminense
Foto: Jaorge / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Retornos no Vitória: quem volta contra o Fluminense

Marinho e Luan Cândido cumpriram suspensão automática por acúmulo de cartões amarelos. Portanto, o castigo acabou e os dois voltam à disposição da comissão técnica.

Mateus Silva também entrou na conversa. O lateral-direito voltou a treinar com o grupo na terça-feira (3), depois de desfalcar o time diante do Coritiba. Ainda assim, quem decide o time é Cléber dos Santos, que comanda a equipe de forma interina após a saída de Jair Ventura.

Jamerson e a conta de R$ 1 milhão

O caso de Jamerson é diferente. O lateral é emprestado pelo Coritiba e, segundo a imprensa baiana, o contrato previa multa de R$ 1 milhão para ele atuar contra o clube dono do passe. Por isso, o Vitória pediu uma liberação, mas o Coritiba negou.

Agora o cenário muda. O adversário é outro, e a questão contratual não pesa mais. Em compensação, o time chega ao jogo sem tempo para ajustes finos.

Brítez fora abre uma vaga

Se três voltam, um sai. O argentino Emanuel Brítez recebeu o terceiro cartão amarelo na derrota para o Coritiba e cumpre suspensão automática. Enquanto isso, o volante Baralhas aparece como opção, segundo o Bahia Notícias.

A diretoria, por sua vez, vai esperar o resultado antes de decidir o futuro do cargo. Por isso, a escalação de sexta ganha peso extra para o interino e para o grupo.

Ou seja, Cléber terá peças de volta, mas precisará reorganizar a defesa. Em um jogo contra o Z4 a dois pontos, cada escolha pesa.

Os retornos no Vitória pesam mais que o discurso

Minha leitura é simples: o Vitória chega ao quarto jogo sem vencer e precisava de reforço sem gastar um centavo. Os retornos no Vitória fazem esse papel. Voltam titulares, voltam opções e volta a chance de montar um time com mais equilíbrio.

No entanto, ninguém ganha jogo com lista de relacionados. O Barradão será decisivo, e o time precisa transformar a volta dos desfalques em pontos. Sem isso, a conversa sobre o futuro do comando técnico só vai crescer.

Para acompanhar a rodada, veja também a nossa cobertura de esportes.

Chapecoense rebaixada: vista da Arena Condá, estádio do clube em Chapecó

Chapecoense rebaixada: a virada do Mirassol e a queda em um ano

Chapecoense rebaixada. A notícia veio na noite de terça-feira (3), na Arena Condá, depois de uma virada do Mirassol por 2 a 1 na 34ª rodada do Brasileirão. Foi o primeiro rebaixamento confirmado de 2026.

Chapecoense rebaixada: vista da Arena Condá, estádio do clube em Chapecó
Foto: Faxinalense / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A Chape terminou a rodada com 21 pontos, na lanterna. Restam apenas 15 pontos em disputa, e o primeiro time fora do Z4 tem 37. Portanto, a conta fechou.

Chapecoense rebaixada na virada do Mirassol

Kauan Farias abriu o placar para a Chapecoense. Depois, Reinaldo empatou para o Mirassol. No segundo tempo, um chute de fora da área de Shaylon e uma falha do goleiro garantiram a virada.

Alguns veículos creditam o gol a Shaylon. Outros o registram como contra. Por isso, este texto não crava a autoria do lance. O que não muda é o placar: 2 a 1 para os paulistas, segundo o Lance e outros portais.

Os números de uma campanha sem fôlego

  • Chapecoense: 21 pontos, com 4 vitórias, 9 empates e 20 derrotas;
  • Mirassol: 40 pontos, em 12º, quatro acima do Z4;
  • Internacional: venceu o Coritiba por 1 a 0, de pênalti aos 49 minutos, e saiu da zona com 38 pontos.

Veja o contraste. Enquanto a Chape somou nove empates sem conseguir virar nenhum deles em vitória, o Mirassol respirou. Além disso, o Inter ganhou fôlego no fim e empurrou a briga para outros endereços.

Chapecoense rebaixada e o recado de quem sobe

O rebaixamento chega apenas um ano depois do acesso, como lembrou o Metrópoles. Em outras palavras, subir é só metade do trabalho. Manter-se exige elenco, dinheiro e paciência.

Feira conhece esse roteiro de perto. O Bahia de Feira também caiu no Baianão, um ano após o acesso, com nove pontos em nove jogos. Escalas diferentes, porém a mesma lição.

O que sobra para Bahia e Vitória

Com a Chape fora de combate, o Z4 tem três vagas ainda em aberto. O Mirassol, aliás, passou o Vitória na tabela. O Leão volta a campo na sexta (6), contra o Fluminense, no Barradão. Já o Bahia encara o Cruzeiro na quinta (5), no Mineirão.

Minha opinião: a queda da Chapecoense serve de alerta, não de consolo. Quem comemora a distância do Z4 esquece que 15 pontos ainda mudam muita coisa.

Acompanhe mais lances e números do futebol na editoria de esportes do Feira Diferente.

Vitória do Bahia no Mineirão em 2013: estádio visto de cima

Bahia no Mineirão: o dia em que Talisca calou a festa do tri

Era 1º de dezembro de 2013, e o Mineirão estava pronto para a festa. O Cruzeiro levantaria a taça do tricampeonato brasileiro. Só que o Bahia não leu o roteiro. A última vitória do Bahia no Mineirão aconteceu naquele dia, com gol aos 45 minutos do segundo tempo.

Bahia no Mineirão: o estádio visto de cima, palco da vitória tricolor de 2013
Foto: Renato Cobucci / Imprensa MG, via Wikimedia Commons

Um jogo que ninguém esperava

A partida foi pela 37ª rodada do Brasileirão de 2013. O Cruzeiro já era campeão. Por isso, o clima era de despedida e de volta olímpica. Enquanto isso, o Bahia tinha pouco a perder e muito a provar.

O placar final foi 2 a 1 para os visitantes. Marquinhos abriu a conta ainda no primeiro tempo. Depois, Vinícius Araújo empatou para o Cruzeiro aos 39 da etapa final. Parecia que a festa seguiria sem sustos.

Talisca decide aos 45

No entanto, o Bahia ainda tinha uma bala. Aos 45 minutos do segundo tempo, Anderson Talisca marcou o gol da virada. A cobertura do Superesportes registrou que o Cruzeiro foi surpreendido em pleno dia da taça.

Há uma pequena divergência entre as fontes sobre os minutos exatos. A ESPN, por exemplo, marca Marquinhos aos 14 e Talisca aos 89. Mesmo assim, o resultado e a sequência dos gols batem em todos os registros. A Cruzeiropédia guarda a ficha do jogo.

Por que o Bahia no Mineirão volta à conversa

O motivo está no calendário. Nesta quinta-feira (5), às 21h30, o Bahia visita o Cruzeiro pela 34ª rodada do Brasileirão. Além disso, a imprensa mineira lembra que o Cruzeiro tem aproveitamento superior a 80% contra os baianos em casa. O último encontro no estádio terminou em 3 a 0 para a Raposa, em 2025.

Ou seja, o retrospecto pesa. Por outro lado, a história de 2013 prova que tabu existe para ser quebrado. O time de Rogério Ceni não precisa de um roteiro de festa alheia para isso, mas a lembrança serve de combustível.

O que fica para quinta

Afinal, jogo grande no Mineirão não se ganha com saudade. Ganha-se com marcação, bola parada e sangue frio nos minutos finais. Talisca aprendeu isso em 2013.

Minha opinião: o Bahia tem time para incomodar. Se chegar vivo aos 40 minutos do segundo tempo, tudo pode acontecer de novo. Acompanhe mais análises na nossa editoria de esportes.

Bahia na reta final: Mineirão, palco do jogo contra o Cruzeiro

Bahia na reta final: Cruzeiro, Grêmio e Coritiba no caminho

Três jogos, 16 dias e uma vaga em disputa. O Bahia na reta final do Brasileirão entra num calendário que não perdoa. Além disso, o time de Rogério Ceni ocupa a sexta posição e ainda sonha alto.

Bahia na reta final: Mineirão, palco do jogo contra o Cruzeiro
Foto: Wikimedia Commons (autor e licença na página do arquivo)

Bahia na reta final começa no Mineirão

O primeiro desafio vem logo. O Bahia visita o Cruzeiro na quinta-feira, 5 de novembro, às 21h30, no Mineirão, pela 34ª rodada. Portanto, não haverá tempo para respirar depois da semana agitada.

O adversário também briga lá em cima. Por isso, o duelo vale mais do que três pontos. Quem vencer ganha moral e embaralha a parte de cima da tabela.

Grêmio fora, na quarta-feira

Depois, o time viaja para Porto Alegre. O jogo contra o Grêmio, na Arena do Grêmio, está marcado para 18 de novembro, uma quarta-feira, às 21h30. É a 35ª rodada.

Enquanto isso, o intervalo entre os dois jogos dá tempo de treinar. Ceni pode usar essa janela para recuperar atletas e ajustar a defesa. Afinal, o time vem cedendo gols demais, e o técnico já cobrou isso publicamente.

A Fonte Nova como trunfo

Em seguida vem o respiro. O Bahia recebe o Coritiba no sábado, 21 de novembro, às 17h30, na Arena Fonte Nova, pela 36ª rodada. Em compensação, o horário de fim de tarde costuma ajudar o público a lotar o estádio.

O Coritiba é um velho conhecido da Bahia. Venceu o Vitória no Couto Pereira no último sábado de outubro. Ou seja, chega confiante a Salvador, e o Bahia precisa respeitar isso.

O que esperar da sequência

  • 5/11, 21h30: Cruzeiro x Bahia, no Mineirão (34ª rodada)
  • 18/11, 21h30: Grêmio x Bahia, na Arena do Grêmio (35ª rodada)
  • 21/11, 17h30: Bahia x Coritiba, na Arena Fonte Nova (36ª rodada)

Os horários seguem o que a CBF divulgou, segundo a cobertura do bahia.ba. Mesmo assim, vale conferir a tabela perto de cada partida, porque a emissora pode mexer no horário.

Minha leitura é simples. Com dois jogos fora ou em casa de risco, o Bahia só chega vivo ao fim se ganhar em Belo Horizonte ou, no mínimo, não perder. Uma derrota no Mineirão transforma o resto do mês em cobrança. Por outro lado, um bom resultado muda o clima de uma vez.

Acompanhe tudo sobre o Bahia e os times da região na editoria de esportes do Feira Diferente.

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