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Veja Alejo Véliz: Arena Fonte Nova vista do lago, casa do Bahia

Jejum de Alejo Véliz: Ceni mantém o nove no Bahia

O jejum de Alejo Véliz chegou a sete jogos, e Rogério Ceni não pensa em mexer no ataque do Bahia. Depois da vitória por 3 a 2 sobre o São Paulo, na quarta-feira (28), o técnico foi direto: o argentino segue como o nove do time.

Arena Fonte Nova, casa do Bahia, onde o jejum de Alejo Véliz chegou a sete jogos
Arena Fonte Nova, em Salvador. Foto: David Campbell / Wikimedia Commons (CC BY 3.0 BR)

Sete jogos sem gol e a cobrança natural

É a maior sequência sem marcar do atacante desde que ele chegou ao clube, segundo a cobertura da imprensa baiana. Por isso, a pergunta apareceu na coletiva. Afinal, camisa 9 que não faz gol vira assunto em qualquer torcida.

Ceni, no entanto, não fugiu do tema. Ele reconheceu a expectativa e disse, de acordo com o Bahia Notícias e outros veículos: “Claro que queremos ver o nove fazendo gols”. Em seguida, o treinador explicou por que não vê motivo para pânico.

O que Ceni enxerga no jejum de Alejo Véliz

O argumento tem duas partes. Primeiro, o técnico afirmou que o atacante não teve uma chance clara de gol contra o São Paulo. Depois, destacou o que ele faz sem a bola: segundo o treinador, Véliz abriu espaço para Kike, Pulga e para a chegada de Jean Lucas.

Ou seja, Ceni mede o centroavante por outra régua. Para ele, o nove também serve para prender zagueiros e liberar quem vem de trás. Esse papel, porém, só convence a arquibancada quando o gol aparece.

O trabalho que não aparece na súmula

A defesa do técnico faz sentido no campo tático. Um centroavante que briga com a zaga adversária, sustenta a bola e abre corredores ajuda o time mesmo sem finalizar. Além disso, o Bahia vive um bom momento coletivo e fez três gols no São Paulo sem precisar do camisa 9.

Mesmo assim, a conta fecha só até certo ponto. Atacante é cobrado por gol, e o próprio Ceni admite isso. Quanto mais o jejum se alonga, mais cada finalização perdida pesa.

Cruzeiro, quinta, e o teste do jejum de Alejo Véliz

O próximo teste vem rápido. O Bahia enfrenta o Cruzeiro na quinta-feira (5), às 21h30, no Mineirão, pela 34ª rodada do Brasileirão. Ceni deve ter praticamente o elenco completo, com o zagueiro Kanu de volta após suspensão, conforme as notícias dos treinos no CT.

Por outro lado, o Cruzeiro chega com desfalques, o que pode abrir espaço para um atacante que corre, prende a defesa e espera a bola certa. Se ela sobrar, o argentino vai precisar dela.

Minha leitura: Ceni acerta em bancar o jogador, porque trocar o nove no meio da sequência criaria ruído sem resolver nada. Só que o crédito tem prazo. Um gol em Belo Horizonte resolve a conversa, e a ausência dele reabre o debate.

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Esquenta Micareta será realizado no dia 14 de novembro; mudança ocorre por causa do Enem

O tradicional Esquenta Micareta de Feira de Santana terá uma mudança importante em 2026. Diferentemente dos anos anteriores, quando o evento era realizado em um domingo, a festa acontecerá no sábado, dia 14 de novembro, na Avenida Fraga Maia.

A mudança foi anunciada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e ocorre em razão da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcadas para os domingos que antecedem a Micareta.

Segundo o prefeito, as provas serão realizadas nos dias 8 e 15 de novembro. Diante disso, a administração municipal optou por transferir o Esquenta para o sábado, evitando que a realização da festa interfira na movimentação dos estudantes que participarão do exame.

Apesar da alteração no dia da semana, o local será mantido. O Esquenta Micareta continuará sendo realizado na Avenida Fraga Maia, que tradicionalmente recebe o evento pré-micaretesco.

A edição de 2026 antecede uma Micareta também marcada por uma mudança histórica no calendário. Pela primeira vez, a maior festa popular de Feira de Santana será realizada no mês de novembro.

A Micareta de Feira de Santana 2026 acontece entre os dias 19 e 22 de novembro, tendo como principal palco a Avenida Presidente Dutra, no Circuito Maneca Ferreira, além dos circuitos alternativos espalhados pela cidade.

A programação já conta com diversos artistas confirmados, entre eles Psirico, Tony Salles, Pedro Sampaio, Pablo, Olodum, Xanddy Harmonia, Devinho Novais, Robyssão, O Poeta, Thiago Aquino, Jau, Netto Brito, Oh Polêmico, La Fúria e Pagodar’t.

Com o Esquenta marcado para o dia 14, Feira de Santana entra oficialmente no clima da Micareta cinco dias antes do início da programação principal.

Gás de cozinha fica mais caro na Bahia; reajuste pode elevar botijão em até R$ 15

O preço do gás de cozinha deve pesar mais no bolso dos baianos. Um reajuste de 17,5% no valor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) vendido às distribuidoras pode provocar um aumento entre R$ 12 e R$ 15 no preço do botijão para o consumidor final na Bahia.

O reajuste foi anunciado pela Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe, neste domingo (1º).

A estimativa do impacto no preço final foi apresentada por Robério Souza, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas). Segundo o representante da categoria, este é o maior reajuste registrado desde que a Acelen assumiu a operação da Refinaria de Mataripe, em dezembro de 2021.

O aumento no preço praticado para as distribuidoras deve repercutir em toda a cadeia de comercialização do produto. Com isso, a expectativa é que os consumidores percebam os novos valores já nas próximas compras.

O valor efetivamente cobrado pelo botijão, entretanto, pode variar de acordo com cada revendedor, região e demais custos envolvidos na distribuição.

Em posicionamento, a Acelen informou que sua política de preços segue critérios de mercado e considera diferentes fatores, entre eles as cotações internacionais do petróleo, a variação cambial e os custos relacionados ao frete.

De acordo com a empresa, essas variáveis podem fazer com que os preços dos combustíveis produzidos pela refinaria apresentem oscilações tanto para cima quanto para baixo.

Com o novo reajuste, consumidores baianos podem enfrentar um acréscimo de até R$ 15 no preço do botijão de gás, item essencial no orçamento das famílias.

Cratera de grandes proporções interdita parcialmente trecho da BR-324 em Simões Filho

Uma cratera de grandes proporções provocou a interdição parcial de um trecho da BR-324, na altura do km 603, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, nesta segunda-feira (2). O problema afeta o fluxo de veículos no sentido crescente da rodovia e exige atenção redobrada dos motoristas.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ocorrência foi registrada por volta das 10h50. O buraco atingiu parte da pista e comprometeu a circulação no local.

Diante da situação, a PRF orienta os condutores que trafegam pela região a utilizarem rotas alternativas para evitar o trecho afetado e possíveis congestionamentos.

Para quem sai de Feira de Santana com destino a Salvador, uma das alternativas indicadas é acessar a BR-324 na região de Candeias e seguir pela BA-522 e, posteriormente, pela BA-524, conhecida como Canal de Tráfego.

Já para os motoristas que passam pela região de Camaçari, a orientação é utilizar a BA-535, a Via Parafuso, seguindo depois pela BA-526, a Via Metropolitana, em direção a Salvador.

A ocorrência chama atenção principalmente pelo tamanho da cratera aberta às margens e em parte da pista. Motoristas que precisam utilizar a BR-324 devem reduzir a velocidade, respeitar a sinalização e acompanhar as orientações das autoridades responsáveis pela rodovia.

Até o momento, não há informação apresentada sobre prazo para a recuperação completa do trecho e normalização do tráfego.

Bahia de Feira rebaixado: Estádio de Pituaçu, palco da derrota para o Jacuipense

Bahia de Feira rebaixado: nove pontos e queda no Baianão

Um ponto por jogo. Foi essa a conta que deixou o Bahia de Feira rebaixado no Baianão 2026. O Tremendão somou nove pontos em nove rodadas e, na última, precisava vencer para ficar na elite. Perdeu por 3 a 1 para o Jacuipense, em Pituaçu, no domingo, 22 de fevereiro.

Os números da queda

A campanha terminou com o clube em nono lugar, empatado em pontos com o Barcelona de Ilhéus. O saldo de gols, porém, decidiu o desempate contra os feirenses. Ou seja, a diferença entre ficar e cair coube em um critério frio de tabela.

Enquanto isso, o Jacuipense chegou a 13 pontos, fechou a fase em terceiro e garantiu vaga no G-4. Foi um adversário em plena briga por classificação contra um time que não tinha mais margem para errar. Segundo o Bahia Notícias, o rebaixamento foi confirmado ali, no fim da primeira fase.

Bahia de Feira rebaixado: Estádio de Pituaçu, palco da derrota para o Jacuipense
Foto: Aristeu Chagas / AGECOM via Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Do acesso à queda em um ano

O tombo chama atenção pelo contexto. Em 2025, o Bahia de Feira levantou o título da Série B e subiu para a elite estadual. Doze meses depois, voltou a descer.

Para o torcedor feirense, a história tem peso extra. O clube já teve dias de glória, como na final contra o Vitória no Barradão, que relembramos aqui. Por isso, ver o nome na zona de rebaixamento dói mais do que o simples número da tabela.

O que pesou, segundo a imprensa

A cobertura aponta dois problemas: irregularidade ao longo da competição e falhas defensivas. Houve resultados expressivos no caminho, mas faltou sequência. Além disso, o time chegou à rodada final sem depender só de si, já que os rivais diretos também jogavam.

O Acorda Cidade também registrou o rebaixamento, ao lado do Atlético de Alagoinhas, que já havia caído antes. Nenhuma das duas matérias traz declarações de dirigentes ou do treinador, e por isso o texto não atribui falas a ninguém.

Bahia de Feira rebaixado e o futuro

Agora o caminho de volta passa pela Série B. Enquanto isso, a vaga na elite de 2027 ficou com o Fluminense de Feira, que subiu e foi campeão da divisão. O futebol de Feira de Santana, portanto, segue forte, só que com outra camisa na elite.

Minha opinião: um ponto por jogo não segura ninguém na primeira divisão. O Bahia de Feira precisa de elenco mais sólido e de uma defesa que não ceda. Sem isso, o ioiô entre as séries vira rotina.

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Kayzer cobra reação do Vitória: ilustração de bola em campo de futebol

Kayzer critica Vitória: “muito ruim hoje” e cobra reação

“Muito ruim hoje.” Foi assim que Renato Kayzer resumiu a atuação do Vitória na derrota por 2 a 0 para o Coritiba, sábado (31), no Couto Pereira. Dito na saída de campo, o recado pesa mais que qualquer nota oficial. Kayzer critica Vitória sem enfeite, e o torcedor entende o tamanho do problema.

Kayzer critica Vitória: ilustração de bola em campo de futebol
Ilustração: Feira Diferente

Kayzer critica Vitória sem rodeios

O atacante falou ao Premiere, logo depois do apito final. As frases foram curtas e não tentaram suavizar o placar. “Muito ruim hoje. O primeiro tempo não foi bom, o segundo tempo também não”, disse.

Além disso, ele não apelou para arbitragem nem para gramado. Por isso a fala ganha peso. Quando o jogador assume o tamanho da falha, o elenco escuta. A declaração aparece na Bahia Notícias e também na Gazeta Esportiva e na Arena Rubro-Negra.

O que ele disse sobre a briga contra o Z4

Questionado sobre a luta contra o rebaixamento, Kayzer olhou para trás. “A gente viu o ano passado como foi difícil, e esse ano também tá sendo…”, afirmou. Em seguida, pediu confiança no próprio grupo: “A gente tem que se apegar nas nossas forças.”

A tabela explica o tom. O Vitória ficou em 14º lugar, com 38 pontos, a dois do Z4, segundo a Arena Rubro-Negra. A Bahia Notícias lembrou que é a menor vantagem do segundo turno. Ou seja, a folga encurtou rodada após rodada.

Para quem briga na parte de baixo, qualquer tropeço em casa custa caro. Por isso Kayzer critica Vitória e, ao mesmo tempo, evita o discurso de crise. Ele lembrou que o ano passado foi difícil e que a temporada atual também exige sofrimento. Afinal, a conta só fecha com pontos no Barradão.

Brítez fora e Fluminense pela frente

O problema não vem sozinho. O argentino Brítez levou o terceiro cartão amarelo contra o Coritiba e cumpre suspensão automática. Ele desfalca o time diante do Fluminense, sexta-feira (6), às 20h, no Barradão.

Portanto, Jair Ventura terá poucos dias para reorganizar a defesa. Por outro lado, a partida em casa é o cenário que o atacante apontou. “É levantar a cabeça e fazer o nosso melhor em casa”, disse.

Kayzer critica Vitória, mas o recado é de reação

Opinião: gosto do tom. Autocrítica pública incomoda, porém ajuda. Só que palavra não marca ponto. Contra o Fluminense, o Barradão vai cobrar atitude desde o primeiro minuto. Se a reação não vier, o discurso de “levantar a cabeça” perde força, e a distância para o Z4 desaparece.

Em compensação, há um lado positivo. O jogador falou de cabeça erguida e apontou o caminho: vencer em casa. Resta saber se o grupo transforma a fala em jogo. A resposta vem na sexta, diante da torcida, e ela vale mais do que qualquer entrevista.

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