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Bahia de Feira rebaixado: Estádio de Pituaçu, palco da derrota para o Jacuipense

Bahia de Feira rebaixado: nove pontos e queda no Baianão

Um ponto por jogo. Foi essa a conta que deixou o Bahia de Feira rebaixado no Baianão 2026. O Tremendão somou nove pontos em nove rodadas e, na última, precisava vencer para ficar na elite. Perdeu por 3 a 1 para o Jacuipense, em Pituaçu, no domingo, 22 de fevereiro.

Os números da queda

A campanha terminou com o clube em nono lugar, empatado em pontos com o Barcelona de Ilhéus. O saldo de gols, porém, decidiu o desempate contra os feirenses. Ou seja, a diferença entre ficar e cair coube em um critério frio de tabela.

Enquanto isso, o Jacuipense chegou a 13 pontos, fechou a fase em terceiro e garantiu vaga no G-4. Foi um adversário em plena briga por classificação contra um time que não tinha mais margem para errar. Segundo o Bahia Notícias, o rebaixamento foi confirmado ali, no fim da primeira fase.

Bahia de Feira rebaixado: Estádio de Pituaçu, palco da derrota para o Jacuipense
Foto: Aristeu Chagas / AGECOM via Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Do acesso à queda em um ano

O tombo chama atenção pelo contexto. Em 2025, o Bahia de Feira levantou o título da Série B e subiu para a elite estadual. Doze meses depois, voltou a descer.

Para o torcedor feirense, a história tem peso extra. O clube já teve dias de glória, como na final contra o Vitória no Barradão, que relembramos aqui. Por isso, ver o nome na zona de rebaixamento dói mais do que o simples número da tabela.

O que pesou, segundo a imprensa

A cobertura aponta dois problemas: irregularidade ao longo da competição e falhas defensivas. Houve resultados expressivos no caminho, mas faltou sequência. Além disso, o time chegou à rodada final sem depender só de si, já que os rivais diretos também jogavam.

O Acorda Cidade também registrou o rebaixamento, ao lado do Atlético de Alagoinhas, que já havia caído antes. Nenhuma das duas matérias traz declarações de dirigentes ou do treinador, e por isso o texto não atribui falas a ninguém.

Bahia de Feira rebaixado e o futuro

Agora o caminho de volta passa pela Série B. Enquanto isso, a vaga na elite de 2027 ficou com o Fluminense de Feira, que subiu e foi campeão da divisão. O futebol de Feira de Santana, portanto, segue forte, só que com outra camisa na elite.

Minha opinião: um ponto por jogo não segura ninguém na primeira divisão. O Bahia de Feira precisa de elenco mais sólido e de uma defesa que não ceda. Sem isso, o ioiô entre as séries vira rotina.

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Kayzer cobra reação do Vitória: ilustração de bola em campo de futebol

Kayzer critica Vitória: “muito ruim hoje” e cobra reação

“Muito ruim hoje.” Foi assim que Renato Kayzer resumiu a atuação do Vitória na derrota por 2 a 0 para o Coritiba, sábado (31), no Couto Pereira. Dito na saída de campo, o recado pesa mais que qualquer nota oficial. Kayzer critica Vitória sem enfeite, e o torcedor entende o tamanho do problema.

Kayzer critica Vitória: ilustração de bola em campo de futebol
Ilustração: Feira Diferente

Kayzer critica Vitória sem rodeios

O atacante falou ao Premiere, logo depois do apito final. As frases foram curtas e não tentaram suavizar o placar. “Muito ruim hoje. O primeiro tempo não foi bom, o segundo tempo também não”, disse.

Além disso, ele não apelou para arbitragem nem para gramado. Por isso a fala ganha peso. Quando o jogador assume o tamanho da falha, o elenco escuta. A declaração aparece na Bahia Notícias e também na Gazeta Esportiva e na Arena Rubro-Negra.

O que ele disse sobre a briga contra o Z4

Questionado sobre a luta contra o rebaixamento, Kayzer olhou para trás. “A gente viu o ano passado como foi difícil, e esse ano também tá sendo…”, afirmou. Em seguida, pediu confiança no próprio grupo: “A gente tem que se apegar nas nossas forças.”

A tabela explica o tom. O Vitória ficou em 14º lugar, com 38 pontos, a dois do Z4, segundo a Arena Rubro-Negra. A Bahia Notícias lembrou que é a menor vantagem do segundo turno. Ou seja, a folga encurtou rodada após rodada.

Para quem briga na parte de baixo, qualquer tropeço em casa custa caro. Por isso Kayzer critica Vitória e, ao mesmo tempo, evita o discurso de crise. Ele lembrou que o ano passado foi difícil e que a temporada atual também exige sofrimento. Afinal, a conta só fecha com pontos no Barradão.

Brítez fora e Fluminense pela frente

O problema não vem sozinho. O argentino Brítez levou o terceiro cartão amarelo contra o Coritiba e cumpre suspensão automática. Ele desfalca o time diante do Fluminense, sexta-feira (6), às 20h, no Barradão.

Portanto, Jair Ventura terá poucos dias para reorganizar a defesa. Por outro lado, a partida em casa é o cenário que o atacante apontou. “É levantar a cabeça e fazer o nosso melhor em casa”, disse.

Kayzer critica Vitória, mas o recado é de reação

Opinião: gosto do tom. Autocrítica pública incomoda, porém ajuda. Só que palavra não marca ponto. Contra o Fluminense, o Barradão vai cobrar atitude desde o primeiro minuto. Se a reação não vier, o discurso de “levantar a cabeça” perde força, e a distância para o Z4 desaparece.

Em compensação, há um lado positivo. O jogador falou de cabeça erguida e apontou o caminho: vencer em casa. Resta saber se o grupo transforma a fala em jogo. A resposta vem na sexta, diante da torcida, e ela vale mais do que qualquer entrevista.

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Fluminense de Feira invicto: vista do mercado municipal de Feira de Santana

Fluminense de Feira invicto: o título que faltava ao Touro

Fluminense de Feira invicto na Série B do Baianão 2026: a campanha terminou em 2 de agosto, no Joia da Princesa, e deu ao clube um título que escapou duas vezes. Foi a primeira taça da segunda divisão estadual na história do Touro do Sertão. Por isso, a conquista merece mais do que uma nota de rodapé.

Fluminense de Feira invicto: vista do mercado municipal de Feira de Santana
Foto: Albertoleoncio / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Fluminense de Feira invicto: o que a campanha diz

O time não perdeu nenhuma partida da competição, de acordo com a cobertura do Jornal Grande Bahia e da Agência Sertão. Ou seja, o título veio sem tropeço, e não apenas na decisão. Além disso, ele chegou em casa, diante da torcida feirense.

Ser campeão é um feito. Ser campeão sem derrota é outro nível. Afinal, uma Série B estadual costuma cobrar caro de quem relaxa por um jogo.

A decisão contra o SSA FC

A final teve dois jogos. Na ida, o Fluminense de Feira venceu o SSA FC por 2 a 1. Na volta, no Joia da Princesa, ganhou por 2 a 0. O agregado fechou em 4 a 1, conforme a Federação Bahiana de Futebol.

Portanto, não houve drama de pênaltis nem sufoco no fim. O Touro do Sertão resolveu a decisão com duas vitórias e levantou a taça no estádio da própria cidade.

Dois vices que ficaram para trás

O clube já tinha chegado à final da Série B em 1999 e em 2015. Nas duas vezes, porém, terminou como vice-campeão. Dessa vez, o roteiro mudou.

Por sua vez, o SSA FC disputou ali a sua primeira final estadual, segundo a FBF. Mesmo assim, não foi suficiente para parar o time de Feira de Santana, que chegou ao fim da competição sem derrota alguma.

O que o título muda em 2027

A taça garantiu o acesso à elite do Campeonato Baiano de 2027, e o SSA FC, vice, também sobe. Assim, a Série A estadual terá de novo um clube de Feira de Santana. Para saber quando a bola rola, veja nossa matéria sobre a estreia e o calendário do Fluminense de Feira no Baianão 2027.

Na elite, porém, a régua muda. Bahia e Vitória estarão do outro lado, com elencos e orçamentos bem maiores. Enquanto isso, o time feirense chega com moral alta e uma história de finais perdidas finalmente virada.

Fluminense de Feira invicto vale mais que a taça

Minha leitura é simples. O Fluminense de Feira invicto mostra uma campanha sólida, mas não garante nada na Série A. Quem ganhou sem perder agora precisa provar que cabe na elite. Se a base se mantiver, a torcida tem motivo para sonhar alto.

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Vitória x Fluminense no Barradão: vista do estádio do Vitória, em Salvador

Vitória x Fluminense no Barradão: o tabu que acabou

Dez anos. Foi esse o tempo que o Vitória levou para vencer o Fluminense dentro de casa. Por isso, Vitória x Fluminense no Barradão carrega uma história curiosa, e ela volta ao palco na sexta-feira (6), às 20h.

Vitória x Fluminense no Barradão: vista do estádio do Vitória, em Salvador
Foto: Jaorge / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vitória x Fluminense no Barradão: o jejum de uma década

Antes de 2024, a última vitória do Leão sobre o Tricolor carioca em Salvador tinha sido em 2014. Depois disso, o Fluminense passou anos sem ser incomodado no estádio. Em outubro de 2024, porém, o roteiro mudou.

Pela 31ª rodada do Brasileirão, o Vitória marcou no fim e venceu por 2 a 1. Além disso, o resultado afastou o time do Z4 e empurrou o Fluminense para a lanterna. Foi um daqueles jogos que a torcida guarda.

A resposta do Fluminense em 2025

A festa, no entanto, durou pouco. Em agosto de 2025, pela 24ª rodada, Hércules fez aos 37 minutos do primeiro tempo e o Fluminense venceu por 1 a 0 no Barradão.

O jogo teve duas expulsões: Dudu, do Vitória, e Igor Rabello, do Fluminense. Ou seja, o último duelo no estádio terminou com o visitante na frente e com os dois times incompletos.

O momento do Leão para a sexta-feira

Agora, o cenário é de aperto. O Vitória perdeu por 2 a 0 para o Coritiba no sábado (31), segundo o Olá Bahia, e segue na 14ª colocação, com 38 pontos. Como mostramos aqui, o Z4 está a dois pontos.

Enquanto isso, o time não vence fora de casa há quase um ano. Portanto, o Barradão vira o lugar onde os pontos precisam aparecer. Jair Ventura já tratou o estádio como saída contra a zona de rebaixamento.

Vitória x Fluminense no Barradão: o que o retrospecto diz

Retrospecto não ganha jogo, e ninguém entra em campo carregando 2014. Mesmo assim, ele ensina uma coisa: o Fluminense nunca é visita fácil, e o Leão só vence quando aproveita o ambiente.

Minha leitura é simples. Em 2024, o Vitória venceu porque acreditou até o fim. Em 2025, perdeu porque se desorganizou. Na sexta, vale mais a primeira lição do que a segunda.

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Cruzeiro sem Matheus Pereira: vista do Mineirão, palco do jogo contra o Bahia

Cruzeiro sem Matheus Pereira: o que muda para o Bahia

Cruzeiro sem Matheus Pereira e sem William: esse é o cenário que o Bahia encontra na quinta-feira (5), às 21h30, no Mineirão. Os dois levaram o terceiro cartão amarelo na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, na quinta-feira (29), e cumprem suspensão pela 34ª rodada do Brasileirão.

Cruzeiro sem Matheus Pereira: vista do Mineirão, palco do jogo contra o Bahia
Foto: Próxima Etapa / Wikimedia Commons (licença livre)

Os dois amarelos que custaram a quinta (5)

Matheus Pereira foi advertido aos 43 minutos do primeiro tempo, depois de uma entrada forte em Renan Lodi. William recebeu o cartão aos 40 da etapa final. Ambos estavam pendurados, e por isso o castigo veio automático.

Há uma dúvida na lista. O zagueiro Lucas Villalba também levou amarelo no clássico, mas os veículos divergem: alguns o incluem entre os suspensos, outros citam só dois nomes. Portanto, vale esperar a relação oficial antes de dar o terceiro desfalque como certo.

Cruzeiro sem Matheus Pereira muda o ataque

Matheus Pereira é a peça que organiza a criação do time mineiro. Sem ele, o treinador terá de achar outro caminho para chegar ao gol, e a imprensa de Minas já fala em refazer as ligações do ataque, como mostra a Itatiaia.

Além disso, perder o lateral William tira a opção de profundidade pela direita. Enquanto isso, o time de casa ganha tempo para ensaiar a mudança, já que o jogo é só na quinta.

O que o Bahia pode fazer com isso

Primeiro, o Bahia precisa enxergar a ausência como um problema para o adversário, não como um alívio. Por sua vez, a comissão de Rogério Ceni deve rever marcações, já que o Cruzeiro tende a mudar a forma de jogar pelo meio.

Em compensação, o Bahia também chega com seus desafios. Nós mostramos, em outro texto, a volta de Kanu à defesa e a cobrança de Ceni por regularidade. Ou seja, o duelo se decide mais no ajuste fino do que no desfalque.

Cruzeiro sem Matheus Pereira não é jogo ganho

Time grande se reorganiza, e o Cruzeiro joga em casa. Por isso, apostar numa tarde fácil seria erro.

Minha leitura: o desfalque abre uma brecha, mas só quem ocupar bem o espaço vai aproveitá-la. Se o Bahia entrar ligado nos primeiros 20 minutos, a quinta pode render pontos importantes.

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Feira FC e a reformulação para 2027: estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana

Feira FC 2027: sem Edson Fabiano, clube segura três atletas

O Feira FC 2027 começa com uma cadeira vazia no banco de reservas. Edson Fabiano não segue no comando, e o clube ainda não anunciou o substituto. Em compensação, a diretoria já mostrou quem fica no elenco.

Fabiano deixa o comando técnico

A Folha do Estado da Bahia informou que Edson Fabiano não seguirá no comando do Feira FC na próxima temporada. O Bahia Notícias liga a saída ao fato de o clube não ter conquistado o acesso à elite do Baianão. Por isso, o ciclo do treinador, anunciado ainda no início do projeto, termina depois de uma só temporada.

Além disso, o time ainda está em fase de formação. O clube foi fundado em fevereiro de 2026 e mandou seus jogos na Arena Cajueiro, em Feira de Santana. Afinal, uma estreia sem acesso pesa, mas não apaga o fato de que tudo ali é novo.

Quem fica no elenco do Feira FC 2027

O dirigente Neto Lima confirmou que Gilberto, Guilherme Bastos e Jonas seguem nos planos para a próxima temporada. Segundo o Futebol Baiano, os três têm contratos longos com o clube.

Guilherme Bastos é lateral-esquerdo, tem 22 anos e passou pelas categorias de base do Vitória, de acordo com o Bahia Notícias. Já os outros nomes do projeto seguem em sigilo. Ou seja, a diretoria diz que planeja as contratações, mas prefere não abrir detalhes agora.

Feira FC 2027: estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana
Foto: Wikimedia Commons (arquivo Joia da Princesa.jpg, licença livre, autor indicado na página do arquivo)

O que ainda está em aberto

Primeiro, falta o treinador. A Folha do Estado relata que o clube trabalha na definição do nome que assumirá a equipe. Depois, vem a montagem do restante do elenco, já que só três atletas foram confirmados até aqui. Por sua vez, o calendário de 2027 também depende do que a Federação Baiana de Futebol divulgar.

Leitura: estabilidade ou recomeço?

Manter três nomes com contrato longo dá uma base mínima. No entanto, quem desenha o time é o técnico, e a escolha dele vai dizer se o Feira FC 2027 será continuidade ou recomeço.

Minha opinião: trocar o comando depois de um ano sem acesso é normal no futebol. O risco está na demora. Clube novo precisa decidir cedo para não repetir a corrida contra o relógio.

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